Este ano 13 empresas baianas aparecem no ranking das
organizações com maior aumento de receita líquida nos últimos três
anos
Salvador, 20 de setembro de 2011 - A Bahia é destaque na pesquisa “As PMEs que Mais Crescem
2011”, realizada pela Deloitte - uma das maiores organizações de consultoria e
auditoria do mundo - em parceria com a revista Exame PME. Este ano 13 pequenas e
médias empresas baianas aparecem no ranking das 250 organizações que registraram
maior aumento de receita líquida ao longo dos últimos três anos (2008, 2009,
2010). No ano passado, cinco empresas baianas aparecerem no seleto grupo das 200
que mais crescem no País.
A pesquisa aponta quais são as PMEs brasileiras que
expandem seus negócios com maior velocidade e indica como elas estão
administrando os seus custos, investimentos, preços e rentabilidade. Em 2011 o
estudo trouxe uma novidade: um ranking das 10 PMEs que mais crescem em cada
região do Brasil. Desse total cinco são empresas baianas: Tecvan Informática
(3ª); Acqua Pescados (4ª); Natural Gurt (6ª); A Geradora (7ª); Avansys
Tecnologia (9ª). O Ceará aparece com três destaques e Pernambuco com
dois.
Além de apontar o ranking das PMEs que mais expandem seus
negócios no País, o estudo identifica o que determina a eficiência nos novos
tempos da economia. As empresas de melhor
desempenho foram incluídas em um ranking
publicado na edição de agosto/setembro da revista Exame PME.
Como pertencem ao grupo que expande seus negócios com maior
velocidade, as visões dessas empresas que compõem o ranking das 250 PMEs que
mais crescem podem, sem dúvida, servir de parâmetro de eficiência para todas as
pequenas e médias empresas do mercado brasileiro.
Todas as empresas são de origem brasileira e a maior
concentração está na Região Sudeste (59%) e Sul (20%), com destaque para o
Estado de São Paulo, onde 37% das empresas do ranking estão
sediadas.
As PMEs possuem atividades econômicas diversificadas,
contemplando grande parte dos setores econômicos no Brasil, com predominância de
representantes da indústria da transformação (32%), informação e comunicação
(20%), comércio (16%) e construção (8%). Juntas, as empresas totalizaram
receitas líquidas de R$ 12,26 bilhões, com crescimento médio anual de 36% entre
2008 e 2010.
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