terça-feira, 23 de março de 2010

FALTA UMA SEMANA PARA ENCERRAR O PRAZO DE INSCRIÇÕES DO 3° PRÊMIO INTERNET SEGURA DE JORNALISMO


As inscrições para o Prêmio Internet Segura de Jornalismo, serão encerradas no dia 31 de março. Trata-se de uma iniciativa do Movimento Internet Segura (MIS), com o apoio do Comitê de Varejo Eletrônico, ambos comitês da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico(camara-e.net). Os jornalistas interessados têm apenas até a quarta-feira da próxima semana para concorrer a R$ 12.600,00 em vouchers das maiores lojas do comércio eletrônico do Brasil.
Para participar o jornalista deve preencher o cadastro e fazer o upload da matéria de sua autoria no site do Movimento (WWW.internetsegura.org) escolhendo a categoria em que o texto melhor se encaixa. "O Prêmio tem como premissa reconhecer os esforços do profissional de imprensa na educação do usuário de internet com relação à segurança de suas ações", afirma a coordenadora do MIS, Marinês Gomes.
Concorrem ao Prêmio matérias que forneçam dicas de como utilizar programas de proteção, que ensinem ao usuário como ter um comportamento seguro na web ou que informem aos pais quais as melhores práticas de proteção das crianças e adolescentes na rede. Os títulos das categorias são: tecnologia, comportamento seguro e proteção à infância, respectivamente.
"Nas edições anteriores percebemos que a cada ano a qualidade das matérias aumenta e fica cada vez mais difícil escolher as campeãs. Esperamos que este ano não seja diferente", informa Marinês.
As inscrições podem ser feitas também por email no endereço (andrea@mla.com.br ou ademir@mla.com.br ) com todos os dados de cadastro.
O Movimento Internet Segura (MIS) foi criado em setembro de 2004 sob a coordenação da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). Desde sua fundação a preocupação principal do MIS foi a de atuar na educação do usuário de Internet no sentido de evitar que as pessoas façam transações na rede de forma insegura caindo em golpes, ou que simplesmente deixem de fazer compras na rede acreditando que essa é uma prática insegura. A partir do final de 2008, o Movimento incorporou ao escopo de sua atuação a defesa da infância e da adolescência, fornecendo informações aos pais, responsáveis e aos próprios menores para que eles saibam reconhecer e evitar ações de mau feitores.

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