O consumo colaborativo permite a criação de microempreendimentos, as pessoas podem ganhar dinheiro com o aluguel de espaços e produtos que elas possuem e que estejam ociosos em determinado momento. Sites como o Zilok e Airbnb começam a ter lucro seguindo esse modelo de negócio.
A Zipcar é um exemplo quase perfeito de um negócio de sucesso que adota o modelo compartilhado. A empresa não vende nem conserta carros. Ela compartilha. Ao contrário das empresas tradicionais de aluguel de veículos, a frota da Zipcar fica estacionada em diversos pontos de cidades como Washington, Nova York, Boston, Toronto e Londres. Os usuários podem visualizar a disponibilidade do veículo e reservá-lo via Internet, iPhone ou pelo telefone. O aluguel pode ser feito pelo período de uma hora, 1 dia ou mais.
Eles chamam seus clientes de “Zipsters” e dão a cada um, um cartão de plástico, o “Zipcard”. A Zipcar baseia seu sucesso em uma fórmula simples: eles criaram uma forma fácil e eficiente para que as pessoas compartilhem os carros em vez de possuí-los. O serviço é prático, rápido e acessível. A quantidade membros aumenta a uma taxa de mais de 100% ao ano. Isso é uma indicação clara de uma nova tendência de consumo, onde ao invés de possuir algo, as pessoas compartilham.
O modelo de consumo tradicional, no qual as pessoas compra usam e jogam foram deve ser reduzido em uma escala considerável, não só para reequilibrar a economia, mas também para a boa saúde do planeta, visto que a população mundial já chegou a 7 bilhões de pessoas e os recursos são cada vez mais escassos para suprir tanta demanda.
As redes sociais devem agir como alicerces desse novo modelo. Hoje vemos o compartilhamento de vídeos, musicas, fotos e opiniões como algo cotidiano, o próximo passo será descentralização do consumo, onde vamos também compartilhar espaços físicos e bens materiais.
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