A Sociedade Brasileira
de Patologia (SBP) desaprova a liminar desta semana
A SBP
reconhece o direito que as pessoas têm de, uma vez informadas, decidirem sobre
o quê é melhor para si, mas alerta para o fato de que o ônus econômico e social
do aumento de casos de câncer de pele será dividido por toda a Sociedade. A
Organização Mundial da Saúde já reconhece que os raios ultravioleta
produzidos nas câmaras de bronzeamento são um fator de risco para o
desenvolvimento de cânceres de pele.
No final do
ano de 2009, conforme determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(ANVISA), foi proibida a comercialização e utilização das câmaras de
bronzeamento artifical, medida apoiada com veemência pela SBP. Entretanto, no
último dia 12/01, foi expedida liminar pela 6ª Vara Federal do Rio Grande do
Sul liberando novamente a prática, altamente nociva à saúde.
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