segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Brasil pode ter índices de pobreza e desigualdade similares a de países desenvolvidos em 2016



Se mantidas as condições apresentadas nos últimos anos, País pode praticamente erradicar a taxa de pobreza absoluta, segundo estudo do Ipea

O Comunicado da Presidência nº 38 será apresentado nesta terça-feira (12), às 11h, na Caixa Econômica Federal (Praça da Sé, nº 111, 5º Andar, auditório), pelo presidente do Ipea, Marcio Pochmann

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), por meio do Comunicado n° 38 Pobreza, desigualdade e políticas públicas, avalia a perspectiva para os próximos anos para a pobreza e a desigualdade no Brasil. O estudo aponta quais as condições necessárias para que o País alcance, de fato, índices comparáveis aos dos países desenvolvidos, além de apresentar um conjunto de informações referentes à evolução da pobreza e da desigualdade no mundo.

Apesar da queda em termos absolutos da pobreza no planeta, em várias regiões houve elevação na quantidade de extremamente pobres, como o Sul da Ásia e a África Subsaariana. As maiores reduções ocorreram na Ásia, com importância fundamental da China.

O estudo, a ser divulgado pelo presidente do Ipea, Marcio Pochmann, nesta terça-feira, 12 de janeiro, às 11h, na Caixa Econômica Federal, em São Paulo (Praça da Sé, nº 111, 5º Andar, auditório), está dividido em quatro partes:

(i) a primeira voltada ao breve registro da evolução da pobreza em diferentes regiões do mundo;

(ii) a segunda apresenta de maneira sintética as medidas de desigualdades de renda em países selecionados;

(iii) a terceira seção trata da pobreza e da desigualdade no caso brasileiro e as perspectivas para o País se mantida a atual trajetória; e

(iv) a quarta é referente à constatação de alguns limites percebíveis ao avanço das políticas públicas comprometidas com o combate à pobreza e desigualdade de renda no Brasil. 
 


Nenhum comentário:

Postar um comentário