O valor total de financiamento imobiliário contratado através da Caixa Econômica Federal (CEF), na Bahia, até 30 de novembro de 2009, chegou a R$ 2,452 bilhões. Este montante representa um crescimento de 347% em relação a todo o ano de 2008, quando foram disponibilizados R$ 705 milhões. O crédito atendeu à solicitação de 54.385 pessoas.
Para o gerente regional de habitação da Caixa Econômica Federal em Salvador, Adelson Prata, “o desempenho se deve à manutenção das taxas e juros cobrados pela instituição”. O gerente revelou que a maior parte dos financiamento foram dirigidos a aquisição de casas dentro do programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida.
Dos mais de R$ 2,4 bilhões, 38% (R$ 953 milhões) foram obtidos através do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) – recursos utilizados para a construção de moradias para famílias com renda de zero a três salários mínimos. Já o valor por meio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) participaram com R$ 1,043 bilhão e R$ 422 milhões, respectivamente.
“Começamos o ano financiando, em média, 53 imóveis por dia útil, ao final de novembro chegamos a 231”, revela Prata.
A Caixa trabalha com a perspectiva de crescimento para os próximos meses, principalmente para liberação de crédito imobiliário para as pessoas que recebem até três salários mínimos.
Em Salvador, o banco estatal assina, hoje, o maior contrato para a construção de 2,4 unidades habitacionais destinadas ao público do programa Minha Casa, Minha Vida. São apartamentos de dois quartos, com o custo médio de R$ 46 mil. “Para se ter uma ideia do aumento de contratos esperados, de julho a novembro deste ano, foram assinados quatro contratos para a construção de um total de 1.396 residências”, diz Prata.
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